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Projeto Rio São João

O PROJETO RIO SÃO JOÃO
 
A criação do Projeto Rio São João foi uma iniciativa da administração do Município, surgida pela necessidade de melhorar e conservar a qualidade dos mananciais que abastecem o Rio São João.
O projeto foi oficializado através do decreto municipal nº 5.326 de 24 de agosto de e reestruturado pelo decreto municipal nº 6.754, de 04 de junho de 2018 e tem como objetivo a conservação e recuperação da mata ciliar de nascentes e cursos de água pertencentes à sub-bacia do Rio São João e é organizado em três programas:

  1. Programa de Revitalização, que consiste na proteção e revitalização de nascentes e cursos de água;
  2. Programa Socioambiental, que consiste em atividades de educação ambiental com a finalidade de conscientização da população a cerca da proteção e conservação dos recursos hídricos, da fauna e da flora.
  3. Programa de Produção de Mudas, que consiste na produção e distribuição de árvores nativas à população com o objetivo de restauração ambiental. 

 
PROGRAMA DE REVITALIZAÇÃO
 
O Projeto Rio São João surgiu da necessidade de se unir esforços de entidades do poder público e da sociedade civil com vistas a melhorar as condições ambientais de um curso d’água que tem primordial importância para o Município de Itaúna: o Rio São João.
Atualmente o projeto trabalha na revitalização das nascentes e cursos d’água por meio do cercamento e recuperação da vegetação por processos de regeneração natural e plantio de mudas de espécies adequadas à região, visando acelerar o processo de recomposição da vegetação nativa.
O objetivo do Programa de Revitalização é recuperar, conservar e preservar a flora das nascentes e cursos d’água pertencentes à sub-bacia do Rio São João e mitigar os impactos ambientais, visando a regeneração da vegetação no entorno destes mananciais e restabelecer o funcionamento ecológico natural destes ambientes.
 
Cadastro para Recuperação de Área de Preservação Permanente
No momento o Programa de Revitalização está paralisado.
 
PROGRAMA SOCIOAMBIENTAL
 
O Centro Municipal de Educação Socioambiental foi criado em 2015, como meio de trabalho para conscientização da comunidade sobre a problemática socioambiental atual, possibilitando abordagens sobre os recursos hídricos, fauna e flora da região.  
O programa prevê ações no âmbito das escolas da rede pública e privada, abordando a importância da conservação e preservação dos recursos hídricos e vegetação no entorno da sub-bacia do Rio São João. Com os seguintes objetivos específicos:
- Apresentação do projeto Rio São João, abordando a situação da sub-bacia e importância de sua preservação;
- Incentivar que os alunos e a comunidade adquiram consciência em relação à preservação do meio ambiente, com enfoque nos recursos hídricos e aos problemas a ele relacionados;
- Oferecer um espaço alternativo para professores e educadores do município exercer atividades e trabalhos de campo.
 
Visitação
Atualmente o Centro Municipal de Educação Socioambiental está fechado para visitações sem previsão de retorno.
Outras informações pelos telefones: (37) 3249-5876 | (37) 99859-3518
 
PROGRAMA DE PRODUÇÃO E DOAÇÃO DE MUDAS NATIVAS
 
A restauração florestal é o ato de levar uma área degradada a um estágio mais próximo possível de uma situação não perturbada. As ações de restauração abrangem várias etapas, que vão desde o planejamento, que tem início com o diagnóstico da área, a fim de definir o grau de degradação e as intervenções necessárias para minimizar os danos ou acelerar a recuperação dos processos físicos, químicos e biológicos do local, até o monitoramento e avaliação de indicativos de sustentabilidade e resiliência. O plantio de mudas é indicado em áreas que perderam a cobertura vegetal e sofrem com a degradação.
Os viveiros do Projeto Rio São João produzem mudas de espécies arbóreas nativas em quantidade e qualidade adequadas ao plantio para que ocorra o reflorestamento no entorno das nascentes e corpos d’água que abastecem a sub-bacia do Rio São João, colaborando para a preservação da qualidade e quantidade das águas que abastecem o principal rio de Itaúna.
As mudas são produzidas em viveiros permanentes, onde a estrutura e organização dos viveiros são extremamente importantes para obtenção de mudas de qualidade, produzindo plantas de espécies adequadas e em quantidade necessária à demanda, respeitando-se a época e o destino do plantio.
Na dinâmica operacional de um viveiro as etapas são: a obtenção de sementes; o beneficiamento; o armazenamento; a quebra da dormência (caso necessário); o preparo das sementeiras; o processo de semeadura; o estabelecimento das mudas em canteiros e o manejo das mudas até o processo de expedição.
 
Doação de mudas à população
Devido aos protocolos sanitários para controle do coronavírus as doações de mudas estão sendo feitas mediante agendamento prévio, no horário de 7h às 16h, pelos telefones: (37) 3249-5876 | (37) 99859-3518
 
DADOS GERAIS SOBRE O RIO SÃO JOÃO
 
A sub-bacia do Rio São João faz parte da Bacia do Rio Pará, localizada na Bacia do Alto São Francisco, com área de 1.500 Km2. O Rio São João nasce no Campo dos Gentios, localidade do município de Itaguara, e percorre outras 10 cidades: Itatiaiuçu, Carmo do Cajuru, Itaúna, Mateus Leme, São Gonçalo do Pará, Igaratinga, Conceição do Pará, Pará de Minas, Onça do Pitangui e Pitangui, desaguando no Rio Pará em Velho da Taipa, município de Pitangui.
Itaúna é o principal município banhado pelas águas do Rio São João, além do fato deste ser o único rio que abastece a cidade, sendo responsabilidade das autoridades locais a preservação e a recuperação. No entanto, no manejo ambiental de recursos hídricos, não se deve pensar apenas nos limites municipais. A microbacia deve ser considerada como unidade básica de manejo, visto que alterações feitas em qualquer ponto podem acarretar melhorias ou comprometimento da qualidade e quantidade da água disponível.
A largura média do Rio São João é de 5 metros, sendo que na sua foz apresenta uma largura de 8 a 10 metros, e a profundidade de 1,0 a 1,5 metros.
A Bacia se localiza em uma área de transição entre Cerrado e Mata Atlântica, vegetação essa já bastante degradada e substituída por pastagens e reflorestamentos de eucalipto. O clima predominante é o tropical de altitude, com média pluviométrica de 1557,5 mm anuais, temperatura média anual de 21,8 ºC e umidade relativa do ar de 68%.
 
 

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