Itaúna
por SAAE de Itaúna
09/09/2009 11:00
Vista da praça central da cidade
A localização de Itaúna, no contexto de Estado montanhoso e mediterrâneo, pode e deve ser considerada excelente.
Está ligada por ferrovias e rodovias pavimentadas a diversas regiões do país. Está próxima de Belo Horizonte e tem todas as vantagens da capital, sem os inconvenientes da grande metrópole.
Dispõe de todos os equipamentos modernos de telecomunicações, inclusive telefonia internacional, telex e fax, que a colocam em contato imediato com todo o mundo.
Situa-se a apenas 75 KM de Belo Horizonte, capital do estado, a terceira do país, com grande mercado consumidor em expansão e importante centro irradiador de progresso.
Itaúna, guardadas as devidas proporções, é dentetora de todas as possibilidades de reproduzir o exemplo das importantes cidades de "hinterland" paulista. Seu desenvolvimento será muito acelerado nas próximas décadas, mercê da ampla e boa infra-estrutura já existente.
Itaúna é um reduto de dinamismo industrial e mentalidade capitalista, onde o capital local, convivendo com a massa operária, também presente nos empreendimentos industriais, ensejou um desenvolvimento sócio-econômico raro e excepcional.
A cidade se diz Educativa porque demonstrou essa realidade quando a UNESCO promoveu na década de 70, a nível mundial, a grande revolução cultural baseada na educação não formal e na alfabetização funcional.
É mínimo o número de analfabetos. Em Itaúna todos são educados, isto é, aprendem a ser livres através de processos educacionais libertadores. A escola tem por objetivo, formar o cidadão para ser dono do seu destino.
O município é servido pelo Rio São João e pelos Ribeirões Calambau e dos Capotos, que fazem parte da bacia do Rio São Francisco, estando economicamente servido também pela Barragem do Benfica.
O primeiro nome de Itaúna foi "Paragem do Rio São João", cruzamento de caminhos que vinham do Rio de Janeiro rumo ao sertão. Na época era do termo da Vila de Pitangui, comarca do Rio da Velhas de Sabará.
Os primeiros sesmeiros instalaram-se antes mesmo dos Emboabas, em 1708, e da criação da Província de Minas Gerais, em 1720.
O povoado ocupou, inicialmente, a encosta da colina que domina o Vale São João, onde prosperou a comunidade. A Paróquia criou-se em 1841 e a lei Provincial de 1874 incorporou-a como Distrito, ao Município de Pará de Minas.
Na passagem do século XIX para o XX, ocorreu o primeiro grande ciclo de desenvolvimento sócio-econômico e urbano de Itaúna, provocado pela convergência de alguns fatores interligados: o início do processo de industrialização, que coincide com a criação da nova capital (Belo Horizonte).
Esse primeiro ciclo de industrialização e de crescimento da cidade é contemporâneo e está ligado ao desenvolvimento do transporte ferroviário.
Aos 16 de setembro de 1901, o distrito liberta-se da tutela de Pará de Minas e consegue emancipar-se com o nome de ITAÚNA, que em tupi-guarani significa PEDRA NEGRA.
A categoria de CIDADE viria em 18 de Dezembro de 1915, em decorrência do desenvolvimento material e civil de nossa comunidade.
Nos anos 50 e início dos anos 60, aparece novo ramo industrial, em torno da metalurgia do ferro.
Coincide com uma intensificação do crescimento de Belo Horizonte e o grande incremento do transporte rodoviário no Brasil em geral e em Minas, em particular.
O otimismo provocado pela industrialização nacional (indústria automobilística) e pela construção de Brasília chega ao município.
O espaço urbano amplia-se e sua população urbana tem rápido ritmo de crescimento.
Esta passou de 9.948 habitantes - em 1950, para 23.036 em 1960, para 33.253 em 1970 e em 2000 para 76.783.
Com a construção da chamada "Estrada Mineira", unindo as importantes rodovias de sudoeste mineiro (MG 050) e as federais: Fernão Dias (BR 381) e o Paralelo 20, em demanda ao Triângulo Mineiro, Goiás e Brasília (BR 262), Itaúna transforma-se num responsável pólo siderúrgico.
Na década de 60, cria-se a Universidade de Itaúna, com vários cursos de nível superior reconhecidos, contemplando a área da saúde (Odontologia), de tecnologia (Engenharia) e de estudos aplicados (Direito, Economia, Pedagogia).
Avançado Centro Tecnológico de Fundição, constituído com verbas da OIT, forma recursos humanos na escola integrada, desde fundidores, moldadores, técnicos de nível médio e superior e engenheiros especializados em fundição.
Um laboratório sofisticado atende empresas de ponta, levando através da pesquisa e da extensão, moderna tecnologia à todos os recantos do país, da América Latina e África.
Pode-se afirmar que o desenvolvimento atual de Itaúna tem bases múltiplas: de um lado, uma industrialização sólida e, do outro lado, o aparecimento de nova estrutura dinâmica de serviços ? sobretudo educativos, de saúde e de comércio.
O sistema educacional, hoje inteiramente voltado para uma política de "Qualidade Total de Ensino", conta com vários estabelecimentos de 1º e 2º graus.
A Fundação Universidade de Itaúna conta com aproximadamente 7.000 alunos distribuídos nos cursos de: Engenharia Mecânica, Direito, Odontologia, Filosofia, Ciências, Letras, Ciências Contábeis e Educação Física, Pedagogia, Química, Fisioterapia, Arquitetura e Urbanismo, História, Normal Superior, Ciência da Computação e Medicina.
Área de Ciências Biológicas e da Saúde Ciências biológicas - Eduucação física - Enfermagem - Farmácia - Fisioterapia - Medicina - Nutrição -Odontologia
Área de Ciências Exatas, da Terra e Tecnológicas Ciência da computação - Engenharia Eletrônica - Engenharia Industrial e Mecânica - Engenharia de Produção Química
Área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas Administração - Arquitetura e Urbanismo - Ciências Contábeis - Direito - Letras - Pedagogia
Cursos superiores de graduação tecnológica Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial - Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental